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sexta-feira, 16 de julho de 2010

1974 - Cantar

11/1974 - Gente Pop
Fonte: Revista Pop
Material disponibilizado no blog Velhidade por Eduardo Menezes


Transcrição - "Cantar"

Gal Costa volta cheia de alegrias e cheia de novidades. Muito sucesso com o show Cantar que é também o nome do seu novo LP. Na produção e na direção musical, dois cobras: Caetano Veloso e João Donato.

sábado, 19 de junho de 2010

1974 - Cantar

Imagens dos Ensaios e do show "Cantar"

Foto: Ruben Américo
 João Donato e Gal Costa
Ensaio com Dominguinhos
Clique nas imagens pra ampliá-las

1974 - Cantar

O Novo Cantar com a Batuta de Caetano
Por Jorge Segundo - Fotos: Rubens Américo


PS: Infelizmente, não tenho esta matéria, só esta foto mesmo, se alguém tiver e quiser me enviar é só encaminhar pro e-mail do blog: galcostafatal@hotmail.com

domingo, 11 de abril de 2010

1974 - Cantar

Por Doug Carvalho, Tiago Marques e Fábio Coutinho

"Cantar" foi lançado em agosto de 1974, ao mesmo tempo em que Gal Costa estreava o show de mesmo nome. Ela vinha de uma fase de trabalhos muito explosivos ("Gal a Todo Vapor" e "Índia", discos e shows) que foram grandes sucessos entre o público jovem e moderno que a acompanhava Gal desde o Tropicalismo. "Cantar" foi produzido por Caetano Veloso, e o disco não tinha o mesmo perfil dos trabalhos anteriores de Gal, pelo contrário, era um trabalho suave, joão-gilbertiano. O público da cantora não gostou, e o disco não emplacou, assim como o show, embora tenha sido bem recebido pela crítica. Apesar de trazer no repertório canções típicas de sua fase anterior, de compositores como Jorge Mautner e Péricles Cavalcanti, Gal já apontava pra sua nova fase, mais voltada para música que para a atitude. Um disco importantíssimo, não só pela qualidade, não notada pelo público viciado na Gal underground e "barulhenta", mas também pela reafirmação da Gal Costa bossa-novista apresentada ao público pelo disco "Domingo", em 1967. A canção "Barato total"foi o maior sucesso do disco, e além da boa regravação de Zizi Possi em 1991, é citada por Itamar Assumpção na letra de "Vou tirar você do dicionário", gravada por ele mesmo em 1993, e por Zélia Duncan em 1996.

domingo, 28 de março de 2010

Repercussões da entrevista que Gal Costa cedeu à Folha de SP (26/03)

Neste espaço vou destacar as repercussões na mídia sobre a entrevista que Gal Costa cedeu neste domingo (28/03), ao jornalista Marcus Preto, da Folha de São Paulo, na coluna Ilustrada. Portanto, esta página contará com eventuais atualizações.

Gal em destaque na capa do site UOL

Gravações inéditas de shows de Gal viram disco
Por  Mauro Ferreira - Blog: Notas Musicais
http://blogdomauroferreira.blogspot.com/2010/03/gravacoes-ineditas-de-shows-de-gal.html
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Gal Costa espera Caetano Veloso para produzir novo CD
Redação 24 Horas News
http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=323907
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Gal Costa Inédita
Blog Couteúdo Livre
http://sergyovitro.blogspot.com/2010/03/gal-costa-inedita.html
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Gal Costa prepara volta aos palcos brasileiros
Tudo na Hora - Coluna: Gente Famosa
http://www.tudonahora.com.br/noticia/gente-famosa/2010/03/28/89907/gal-costa-prepara-volta-aos-palcos-brasileiros
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Gal prepara volta
Por Tácito Costa - Blog: Substantivo Plural

http://www.substantivoplural.com.br/gal-prepara-volta/
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Gal Costa espera Caetano Veloso para produzir novo CD
Por D. J. David Party - Blog: D. J. David Party (77)

http://blogdjdavid.blogspot.com/2010/03/gal-costa-espera-caetano-veloso-para.html
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Gal Costa quer revisitar repertório e prepara show "para matar a saudade"
Por Paulo Vasconcelos - Blog: Pele da Arte

http://peledarte.blogspot.com/2010/03/gal-costa-quer-revisitar-repertorio-e.html

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Gal. Caixa, show e disco novo
Por Ton Wonder - Blog: Batida Sonora

http://batidass.blogspot.com/2010/03/gal-caixa-show-e-disco-novo.html
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Meu nome é Gal
Por Hiroshi Bogéa - Blog: Hiroshi Bogéa Online

http://hiroshibogea.blogspot.com/2010/03/meu-nome-e-gal.html
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Gal Costa: musa de qualquer geração
Por Marlon Marcos - Blog: Memórias do Mar

http://memoriasdomar.blogspot.com/2010/03/gal-costa-musa-de-qualquer-geracao.html
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Gravações raras ao vivo de Gal Costa serão lançadas em álbum
Por Sidney Rezende - Esquina da Música

 http://www.sidneyrezende.com/noticia/79746+gravacoes+raras+ao+vivo+de+gal+costa+serao+lancadas+em+album
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Gal Costa espera Caetano Veloso para próximo álbum
Por pedro Guimarães - O Povo

http://opovo.uol.com.br/diversaoearte/967160.html
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Caetano Veloso poderá produzir novo álbum de Gal Costa
Rolling Stone - Site Terra

http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/caetano-veloso-podera-produzir-novo-album-de-gal-costa/
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Gal Costa - Show para Matar Saudade
Portal Luis Nassif

http://www.luisnassif.com/profiles/blogs/gal-costa-show-para-matar?xg_source=activity
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Raridades de Gal
Por Carlos Almeida - Blog: Arte Plural

http://arteeplural.blogspot.com/2010/03/raridades-de-gal.html
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Caixa especial de Gal Costa deve sair em 2010
A Tarde FM

http://atardefm.com.br/atardefm/noticia.jsf?id=2219332
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Gal Costa quer gravar próximo CD com Caetano Veloso
Por Tiago Marinho - Blog: CULTucando

http://www.zonamix.com.br/cultucando/2010/03/30/gal-costa-quer-gravar-proximo-cd-com-caetano-veloso/
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Gal Costa na Folha de SP

28/03/10 - Gal inédita

Por Marcus Preto | Fonte: Folha de SP - Ilustrada
Material disponibilizado por Tiago Luiz

Foto: Márcio Lima / Folha Imagem

Originais dos shows da fase áurea da cantora nos anos 70, "Índia", "Cantar" e "Gal Canta Caymmi" são encontrados nos arquivos de gravadora e vão virar CD em 2011

No meio da década de 1970, Gal Costa estava em processo de transição. A estética experimental e psicodélica que pontuou seus primeiros álbuns solo já se esgotava, abrindo caminho para que a "grande cantora", em termos técnicos e formais, tomasse a cena.
São desse período os hoje clássicos álbuns "Índia" (1973), "Cantar" (1974) e "Gal Canta Caymmi" (1976), que renderam então encenações igualmente antológicas. Pois os áudios originais desses shows acabam de ser descobertos nos arquivos da Universal, estão em fase de tratamento e devem ser editados em CD no próximo ano.
Quem encontrou o material foi o pesquisador Rodrigo Faour, que buscava faixas raras da cantora para compor uma coletânea. "Acho que ainda tem mais coisa por lá. Estamos investigando a possibilidade de um quarto show no pacote."
Musicalmente, o material é impecável. "Índia", o show, tinha direção musical de Gilberto Gil e uma banda que incluía Dominguinhos, Toninho Horta, Chico Batera e Robertinho Silva. "Cantar" unia Gal e João Donato em uma série de duelos memoráveis que a cantora nunca registou em disco.
A versão ao vivo de "Gal Canta Caymmi" é especialmente impressionante. Foi registrada, segundo Faour, na estreia do show, no Palácio das Convenções do Anhembi (SP). Gal divide cena com Dorival Caymmi (1914-2008) -o que torna a descoberta ainda mais valiosa.
Gal ainda não sabia da existência das faixas quando recebeu a Folha no apartamento onde mora, em Salvador.
Lembrou-se de que Caetano Veloso queria dirigir "Índia", o show e o disco, em 73. Mas não conseguiu sair da Bahia. "Acho que a preguiça pegou ele", disse. "Mas mandou ideias numa fita cassete. A inclusão da canção "Índia" foi sugestão dele."
Contou também que "Drume Negrinha" foi feita por Caetano especialmente para Gal apresentar no show "Cantar".
"Era homenagem a Preta [Gil], minha afilhada que tinha acabado de nascer."
É essa mesma música que Gal, 64, canta hoje para ninar o filho Gabriel, 5, adotado em 2007. "Adoro cantar para ele dormir", diz. "Meu canto fica tão puro que volto para o começo, revisito meu passado, a infância, revejo minha mãe."
"Não sei como é parir um filho, mas entendi que isso não importa", diz. "Ele me rejuvenesce a cada dia e toda essa transformação certamente vai aparecer na minha música."


"Não me cobre atitude, cobre música", diz Gal
Cantora reage a quem ainda busca nela a postura que moveu sua carreira nos 70


Márcio Lima/Folha Imagem

Fazendo mais turnês internacionais do que por aqui, Gal prepara show "para matar a saudade", que estreia neste ano
Por Marcus Preto

Desde o final dos anos 1990, o fã-clube de Gal Costa se dividiu.
Há os que a amam de maneira incondicional: para esse time, a pureza da voz está acima de qualquer questionamento, não importa o que ela grave ou como se comporte no palco.
E há os que se ressentem pelas mudanças que o tempo trouxe à cantora. Esses reclamam do fim daquele ímpeto explosivo que a moveu em outros tempos, sobretudo nos anos 1970. E esperam que ela siga descobrindo canções inéditas e revelando compositores, como fazia no passado.
"As pessoas costumam me cobrar atitude, postura, irreverência", diz. "Essas coisas aconteceram quando tinham que acontecer, especialmente no tropicalismo e na década de 70. Era um contexto mundial e eu estava inserida nele."
Gal expõe a questão sem se exaltar, como quem já se habituou a lidar com ela. "Que barreira eu vou romper agora? O que ainda posso fazer de irreverente? Gritar?", questiona.
E responde: "Não. Gritei quando isso era uma expressão válida, quando representava arma contra o regime e contra tudo o que estava acontecendo a mim e aos meus amigos exilados. Agora, o grito não faz mais nenhum sentido".
Gal divide bem as duas principais facetas que a colocaram entre as maiores artistas da história da nossa música. Diz que "se adequou" ao tropicalismo "muito mais com o coração e a alma do que com a cabeça".
Mais do que uma artista experimental, ela diz, sua vocação é para o canto, em sua essência mais pura. "Não me cobre atitude, cobre música."
Com o passar do tempo, e especialmente nessa última década, os shows de Gal pelo país tenham ficado cada vez mais raros. Atualmente, sua carreira está mais baseada em turnês internacionais, sobretudo nos Estados Unidos e na Europa.
Ainda assim, ela não considera o afastamento anormal. Conta que passou por períodos de reclusão no passado. "Estava conversando disso com [Gilberto] Gil: hoje, principalmente por causa da internet, tudo é tão rápido que, se você não estiver presente todo o tempo, parece que você acabou", diz.
Mas Gal quer reverter essa impressão de ausência ainda neste ano. Está providenciando um apartamento em São Paulo, já que "quando se quer meter a cara no trabalho, tem que ser nas grandes capitais". E prepara show novo, "para matar a saudade das pessoas aqui no Brasil", em que vai revisitar o próprio repertório.
"Sou uma mulher que já passou dos 60 anos e meu grande trunfo é minha voz", diz. "Ela continua inteira, cristalina, jovem. Acompanha minha alma, meu coração e meu espírito. Canto com o mesmo tesão. Quando eu estrear, você vai dizer se assina embaixo do que estou dizendo."


Cantora espera Caetano para produzir novo CD

M. Pires/Folha Imagem

Universal Music tem interesse em editar o trabalho
Por Marcus Preto

Diretor de produção de "Cantar" (1974), Caetano Veloso se mostrou interessado em fazer o mesmo serviço no próximo álbum de Gal Costa.
"Há pouco tempo, Caetano foi a um show meu na Europa e conversamos muito. Foi nesse dia que ele me contou da vontade de me produzir de novo", diz a cantora. "Estou pronta. Espero o e-mail, o telefonema dele. Assim que ele disser que chegou a hora, eu vou."
Os dois não fazem um grande trabalho em dupla desde a trilha sonora de "Tieta do Agreste", filme dirigido por Cacá Diegues em 1996 que renderia até alguns shows pelo Brasil.
Ainda não há nada formalmente acertado a respeito do lançamento, mas, segundo a Folha apurou, a Universal Music -mesma gravadora que tem Caetano em seu cast desde 1967- já demonstrou interesse em editar o disco.

Reedições

Também sai pela Universal, até o final deste ano, uma caixa de CDs remasterizados com todos os álbuns que Gal gravou sob sua permanência na gravadora Philips/Polygram.
O material percorre o período mais importante da carreira da cantora, entre a estreia dela em LP com "Domingo" (1967), emblematicamente gravado em dupla com Caetano, e sua saída da empresa, na sequência do lançamento do pop "Baby Gal" (1983).
Assim, vão estar na caixa o tropicalista "Gal Costa" (1969), antológico primeiro álbum solo da cantora, o registro ao vivo "Fa-Tal - Gal a Todo Vapor" (1971), que fez dela a musa da contracultura nos anos 1970, e os posteriores "Índia" (1973), "Cantar" (1974) e "Gal Canta Caymmi" (1976), que saem também em versões ao vivo.
Um CD extra vai trazer material raro, como as faixas lançadas pela cantora apenas em compactos e material nunca antes editado.
O projeto está sob os cuidados do pesquisador Marcelo Fróes, que fez trabalho similar com a obra de Gilberto Gil há mais de uma década. É ele quem assinará os textos explicativos dos encartes.
(MP)
arte Folha de S.Paulo

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Bate-bola com Gal Costa (1974)

Gal na época do "Cantar", num bate-bola direto do túnel do tempo. (rss) 

Revista Pop - Junho de 1974
Por Eduardo Menezes - Blog: Velhidade
http://velhidade.blogspot.com/


Clique na imagem para ampliar

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

1974 - Cantar


"Cantar" foi um show que inaugurou uma nova fase na carreira de Gal Costa, que vinha de dois shows muito marcantes e que fizeram um grande sucesso com o público jovem e universitário que a cantora tinha então. Diferente de "Fa Tal", de 1971 e "Índia", de 1973, o novo espetáculo de Gal era de uma suavidade musical que contrastava muito com o que a cantora vinha fazendo desde 1969, quando mergulhou fundo na estética do movimento Tropicalista. Por esse motivo, houve uma reação negativa por parte do público da cantora, que em geral, rejeitou o show e o disco que saiu concomitantemente. "Cantar"é o único show de Gal que foi dirigido por Caetano Veloso, que talvez tenha influenciado bastante a sonoridade suave, ele que havia se fascinado em 1963 justamente com a perfeição com que Gal Costa cantava bossa-nova.

Set List:

1- A rã (João Donato - Caetano Veloso)
2- Flor de maracujá (João Donato - Lysias Enio)
3- Lua lua lua lua (Caetano Veloso)
4- Barato total (Gilberto Gil)
5- Até quem sabe (João Donato - Lysias Enio)
6- Passo a passo (João Donato)
7- Chululu (Mariah Costa)
8- Fim de sonho (João Donato - João Carlos Pádua)
9- Lugar comum (João Donato - Gilberto Gil)
10- Naturalmente (João Donato)
11- Canção que morre no ar (Carlos Lyra - Ronaldo Bôscoli)
12- Jóia (Caetano Veloso)
13- Flor do serrado (Caetano Veloso)
14- Me deixe mudo (Walter Franco)
15- Não existe pecado ao Sul do Equador (Chico Buarque - Ruy Guerra)
16- Lágrimas negras (Jorge Mautner - Nélson Jacobina)
17- Menina mulher (Jorge Ben)
18- Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso)
19- Drume negrita (Hernesto Grenet - versão: Caetano Veloso)
20- Teco teco (Pereira da Costa - Mílton Vilella)
21- Meu nome é Gal (Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
22- A rã (João Donato - Caetano Veloso)

Fonte: Doug Carvalho - Verdadeira Baina