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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
1973 - Show: Índia
Repertório - Set List
Material disponibilizado no FB 'Gal Costa para fãs' por Karina Perez Clique na imagem para ampliá-la
quinta-feira, 17 de junho de 2010
1973 - Show: Índia
Fotos: Show Índia
Chico Batera (percussão), Toninho Horta (guitarra), Robertinho Silva (bateria), Dominguinhos (acordeon) e Luis Alves (contra-baixo)
Clique nas imagens pra ampliá-las
1973 - Índia
Imagens do álbum/show: Índia
Havaiana, índia e musa do desbunde: fotografia de Marisa Alvarez Lima encartada como cartaz central da revista "Pop", em 1973 - Foto e descrição: Retirada do Site Oficial
Dominguinhos foi lançado como sanfoneiro e personagem a partir do show "Índia" (1973), produção musical que inaugurou o conceito psico-folk na MPB - Foto e descrição: Retirada do Site Oficial
Durante a gravação de um especial de TV para a Rede Bandeirantes, que registrou por inteiro o show "Índia" Foto e descrição: Site Oficial
Ensaio do show "Índia", em 1973 - Foto e descrição: Site Oficial
Figurino que Gal usou na segunda temporada de "Índia", show que ganhou cenário e visual novos para reestrear no Teatro Bandeirantes, em São Paulo - Foto e descrição: Site Oficial
Momento voz e violão na segunda temporada do show "Índia" - Foto e descrição: Site Oficial
Momento voz e violão na segunda temporada do show "Índia" - Foto e descrição: Site Oficial
Rumbeira style, babados de lamê, pernas abertas, flores nos cabelos e violão no colo: a primeira montagem de "Índia" teve uma extensa turnê por 15 capitais do Brasil - Foto e descrição: Site Oficial
Sereia baiana, musa folk ou morena tropical? Gal durante as gravações do disco "Índia" irradiava beleza e sensualidade - Foto e descrição: Site Oficial
sexta-feira, 30 de abril de 2010
1973 - Índia
Índia - TV Record (1973)
Disponibilizei no Youtube, mais dois vídeos do show Índia (1973), aqui em divulgação num programa da TV Record.
O disco/show "Índia", teve uma grande sucesso, porém, acompanhados de muitas polêmicas, logo na capa do LP, tinha uma foto em close da cantora, somente com uma tanga vermelha, e na contracapa duas fotos de Gal fantasiada como índia, com os seios a mostra. O resultado disso, foi que as vendas só aumentaram. O show "Índia", marcou este grande sucesso na carreira da Gal, foi dirigido por Waly Salomão e teve supervisão de Guilherme Araújo. Caetano Veloso iria dirigir o show "índia" , mas acabou não acontecendo (dirigiu o seguinte, "Cantar"), mas acabou dando várias idéias que foram aproveitadas, como a inclusão da canção título, "Índia", e a inclusão da música de sua autoria "Da maior importância".
01 - Da Maior Importância (Caetano Veloso)
02 - Trem das Onze (Adoniran Barbosa)
Trem das Onze (Adoniran Barbosa)
O Carl Ole (Calulinho) já havia postado este vídeo "Trem das Onze", no Youtube. Não costumo postar vídeos repetidos na rede, mas como aquele tinha imagens diferentes deste, achei que valia como mais um registro. Deixo o vídeo do Carl disponível também.
domingo, 11 de abril de 2010
1973 - Índia
Por Doug Carvalho, Tiago Marques e Fábio Coutinho
"Índia" foi lançado em 1973, e é o resultado do show de mesmo nome, que Gal Costa vinha apresentando em várias cidades do país. Assim como o show anterior, "Gal a Todo Vapor", que resultou no disco homônimo, o show "Índia" também foi dirigido por Waly Salomão, e como em tudo da carreira de Gal Costa que tinha a mão do poeta baiano resultou em verdadeiras obras primas, tanto disco quanto show, produzido por Guilherme Araújo, foram momentos importantíssimos da trajetória de Gal. Logo na capa, uma grande polêmica: a foto em close do sexo da cantora, somente com uma tanga vermelha, e na contracapa duas fotos de Gal fantasiada como índia, com os seios a mostra. O resultado foi o disco ser um dos (muitos) censurados do ano, tendo sido vendido nas lojas coberto por um invólucro preto. Outra censurada do disco foi a música "Presente cotidiano" de Luiz Melodia, que não pode ser veiculada via rádio. Mais polêmica: Gal Costa, uma típica cantora zona-sul, ídolo de universitários e intelectuais, cometendo a ousadia de gravar uma das músicas consideradas mais bregas da MPB: a versão em português da guarânia paraguaia "Índia", clássico sertanejo gravado originalmente pela dupla Cascatinha e Inhana, numa época em que as patrulhas ideológicas e musicais eram muito mais acirradas, e gravar música dita de baixa qualidade não contava com a atitude politicamente correta dos meios artísticos como hoje. O disco é repleto de características hoje comuns em artistas alternativos, como a mistura de música brega com roupagem moderna (no caso de "Índia", uma orquestra dirigida por Rogério Duprat), canções com influência da poesia concreta ("Relance" e "Pontos de luz"), folclore ("Milho verde") e clássicos da MPB ("Volta" e "Desafinado").
sábado, 3 de abril de 2010
1973 - Índia
Disco Índia - Agosto de 1973
Por Tárik de SouzaMaterial disponibilizado no blog "Velhidade" por Eduardo Menezes
domingo, 28 de março de 2010
Repercussões da entrevista que Gal Costa cedeu à Folha de SP (26/03)
Neste espaço vou destacar as repercussões na mídia sobre a entrevista que Gal Costa cedeu neste domingo (28/03), ao jornalista Marcus Preto, da Folha de São Paulo, na coluna Ilustrada. Portanto, esta página contará com eventuais atualizações.
Gal em destaque na capa do site UOL
Gravações inéditas de shows de Gal viram disco
Por Mauro Ferreira - Blog: Notas Musicais
http://blogdomauroferreira.blogspot.com/2010/03/gravacoes-ineditas-de-shows-de-gal.html
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Gal Costa espera Caetano Veloso para produzir novo CD
Redação 24 Horas News
http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=323907
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Gal Costa Inédita
Blog Couteúdo Livre
http://sergyovitro.blogspot.com/2010/03/gal-costa-inedita.html
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Gal Costa prepara volta aos palcos brasileiros
Tudo na Hora - Coluna: Gente Famosa
http://www.tudonahora.com.br/noticia/gente-famosa/2010/03/28/89907/gal-costa-prepara-volta-aos-palcos-brasileiros
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Gal prepara volta
Por Tácito Costa - Blog: Substantivo Plural
http://www.substantivoplural.com.br/gal-prepara-volta/
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Gal Costa espera Caetano Veloso para produzir novo CD
Por D. J. David Party - Blog: D. J. David Party (77)
http://blogdjdavid.blogspot.com/2010/03/gal-costa-espera-caetano-veloso-para.html
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Gal Costa quer revisitar repertório e prepara show "para matar a saudade"
Por Paulo Vasconcelos - Blog: Pele da Arte
http://peledarte.blogspot.com/2010/03/gal-costa-quer-revisitar-repertorio-e.html
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Gal. Caixa, show e disco novo
Por Ton Wonder - Blog: Batida Sonora
http://batidass.blogspot.com/2010/03/gal-caixa-show-e-disco-novo.html
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Meu nome é Gal
Por Hiroshi Bogéa - Blog: Hiroshi Bogéa Online
http://hiroshibogea.blogspot.com/2010/03/meu-nome-e-gal.html
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Gal Costa: musa de qualquer geração
Por Marlon Marcos - Blog: Memórias do Mar
http://memoriasdomar.blogspot.com/2010/03/gal-costa-musa-de-qualquer-geracao.html
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Gravações raras ao vivo de Gal Costa serão lançadas em álbum
Por Sidney Rezende - Esquina da Música
http://www.sidneyrezende.com/noticia/79746+gravacoes+raras+ao+vivo+de+gal+costa+serao+lancadas+em+album
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Gal Costa espera Caetano Veloso para próximo álbum
Por pedro Guimarães - O Povo
http://opovo.uol.com.br/diversaoearte/967160.html
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Caetano Veloso poderá produzir novo álbum de Gal Costa
Rolling Stone - Site Terra
http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/caetano-veloso-podera-produzir-novo-album-de-gal-costa/
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Gal Costa - Show para Matar Saudade
Portal Luis Nassif
http://www.luisnassif.com/profiles/blogs/gal-costa-show-para-matar?xg_source=activity
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Raridades de Gal
Por Carlos Almeida - Blog: Arte Plural
http://arteeplural.blogspot.com/2010/03/raridades-de-gal.html
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Caixa especial de Gal Costa deve sair em 2010
A Tarde FM
http://atardefm.com.br/atardefm/noticia.jsf?id=2219332
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Gal Costa quer gravar próximo CD com Caetano Veloso
Por Tiago Marinho - Blog: CULTucando
http://www.zonamix.com.br/cultucando/2010/03/30/gal-costa-quer-gravar-proximo-cd-com-caetano-veloso/
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Gal Costa na Folha de SP
28/03/10 - Gal inédita
Por Marcus Preto | Fonte: Folha de SP - Ilustrada
Material disponibilizado por Tiago Luiz
Foto: Márcio Lima / Folha Imagem
Originais dos shows da fase áurea da cantora nos anos 70, "Índia", "Cantar" e "Gal Canta Caymmi" são encontrados nos arquivos de gravadora e vão virar CD em 2011
No meio da década de 1970, Gal Costa estava em processo de transição. A estética experimental e psicodélica que pontuou seus primeiros álbuns solo já se esgotava, abrindo caminho para que a "grande cantora", em termos técnicos e formais, tomasse a cena.
São desse período os hoje clássicos álbuns "Índia" (1973), "Cantar" (1974) e "Gal Canta Caymmi" (1976), que renderam então encenações igualmente antológicas. Pois os áudios originais desses shows acabam de ser descobertos nos arquivos da Universal, estão em fase de tratamento e devem ser editados em CD no próximo ano.
Quem encontrou o material foi o pesquisador Rodrigo Faour, que buscava faixas raras da cantora para compor uma coletânea. "Acho que ainda tem mais coisa por lá. Estamos investigando a possibilidade de um quarto show no pacote."
Musicalmente, o material é impecável. "Índia", o show, tinha direção musical de Gilberto Gil e uma banda que incluía Dominguinhos, Toninho Horta, Chico Batera e Robertinho Silva. "Cantar" unia Gal e João Donato em uma série de duelos memoráveis que a cantora nunca registou em disco.
A versão ao vivo de "Gal Canta Caymmi" é especialmente impressionante. Foi registrada, segundo Faour, na estreia do show, no Palácio das Convenções do Anhembi (SP). Gal divide cena com Dorival Caymmi (1914-2008) -o que torna a descoberta ainda mais valiosa.
Gal ainda não sabia da existência das faixas quando recebeu a Folha no apartamento onde mora, em Salvador.
Lembrou-se de que Caetano Veloso queria dirigir "Índia", o show e o disco, em 73. Mas não conseguiu sair da Bahia. "Acho que a preguiça pegou ele", disse. "Mas mandou ideias numa fita cassete. A inclusão da canção "Índia" foi sugestão dele."
Contou também que "Drume Negrinha" foi feita por Caetano especialmente para Gal apresentar no show "Cantar".
"Era homenagem a Preta [Gil], minha afilhada que tinha acabado de nascer."
É essa mesma música que Gal, 64, canta hoje para ninar o filho Gabriel, 5, adotado em 2007. "Adoro cantar para ele dormir", diz. "Meu canto fica tão puro que volto para o começo, revisito meu passado, a infância, revejo minha mãe."
"Não sei como é parir um filho, mas entendi que isso não importa", diz. "Ele me rejuvenesce a cada dia e toda essa transformação certamente vai aparecer na minha música."
"Não me cobre atitude, cobre música", diz Gal
Cantora reage a quem ainda busca nela a postura que moveu sua carreira nos 70
Márcio Lima/Folha Imagem
Por Marcus PretoFazendo mais turnês internacionais do que por aqui, Gal prepara show "para matar a saudade", que estreia neste ano
Desde o final dos anos 1990, o fã-clube de Gal Costa se dividiu.
Há os que a amam de maneira incondicional: para esse time, a pureza da voz está acima de qualquer questionamento, não importa o que ela grave ou como se comporte no palco.
E há os que se ressentem pelas mudanças que o tempo trouxe à cantora. Esses reclamam do fim daquele ímpeto explosivo que a moveu em outros tempos, sobretudo nos anos 1970. E esperam que ela siga descobrindo canções inéditas e revelando compositores, como fazia no passado.
"As pessoas costumam me cobrar atitude, postura, irreverência", diz. "Essas coisas aconteceram quando tinham que acontecer, especialmente no tropicalismo e na década de 70. Era um contexto mundial e eu estava inserida nele."
Gal expõe a questão sem se exaltar, como quem já se habituou a lidar com ela. "Que barreira eu vou romper agora? O que ainda posso fazer de irreverente? Gritar?", questiona.
E responde: "Não. Gritei quando isso era uma expressão válida, quando representava arma contra o regime e contra tudo o que estava acontecendo a mim e aos meus amigos exilados. Agora, o grito não faz mais nenhum sentido".
Gal divide bem as duas principais facetas que a colocaram entre as maiores artistas da história da nossa música. Diz que "se adequou" ao tropicalismo "muito mais com o coração e a alma do que com a cabeça".
Mais do que uma artista experimental, ela diz, sua vocação é para o canto, em sua essência mais pura. "Não me cobre atitude, cobre música."
Com o passar do tempo, e especialmente nessa última década, os shows de Gal pelo país tenham ficado cada vez mais raros. Atualmente, sua carreira está mais baseada em turnês internacionais, sobretudo nos Estados Unidos e na Europa.
Ainda assim, ela não considera o afastamento anormal. Conta que passou por períodos de reclusão no passado. "Estava conversando disso com [Gilberto] Gil: hoje, principalmente por causa da internet, tudo é tão rápido que, se você não estiver presente todo o tempo, parece que você acabou", diz.
Mas Gal quer reverter essa impressão de ausência ainda neste ano. Está providenciando um apartamento em São Paulo, já que "quando se quer meter a cara no trabalho, tem que ser nas grandes capitais". E prepara show novo, "para matar a saudade das pessoas aqui no Brasil", em que vai revisitar o próprio repertório.
"Sou uma mulher que já passou dos 60 anos e meu grande trunfo é minha voz", diz. "Ela continua inteira, cristalina, jovem. Acompanha minha alma, meu coração e meu espírito. Canto com o mesmo tesão. Quando eu estrear, você vai dizer se assina embaixo do que estou dizendo."
Cantora espera Caetano para produzir novo CD
M. Pires/Folha Imagem
Por Marcus PretoUniversal Music tem interesse em editar o trabalho
Diretor de produção de "Cantar" (1974), Caetano Veloso se mostrou interessado em fazer o mesmo serviço no próximo álbum de Gal Costa.
"Há pouco tempo, Caetano foi a um show meu na Europa e conversamos muito. Foi nesse dia que ele me contou da vontade de me produzir de novo", diz a cantora. "Estou pronta. Espero o e-mail, o telefonema dele. Assim que ele disser que chegou a hora, eu vou."
Os dois não fazem um grande trabalho em dupla desde a trilha sonora de "Tieta do Agreste", filme dirigido por Cacá Diegues em 1996 que renderia até alguns shows pelo Brasil.
Ainda não há nada formalmente acertado a respeito do lançamento, mas, segundo a Folha apurou, a Universal Music -mesma gravadora que tem Caetano em seu cast desde 1967- já demonstrou interesse em editar o disco.
Reedições
Também sai pela Universal, até o final deste ano, uma caixa de CDs remasterizados com todos os álbuns que Gal gravou sob sua permanência na gravadora Philips/Polygram.
O material percorre o período mais importante da carreira da cantora, entre a estreia dela em LP com "Domingo" (1967), emblematicamente gravado em dupla com Caetano, e sua saída da empresa, na sequência do lançamento do pop "Baby Gal" (1983).
Assim, vão estar na caixa o tropicalista "Gal Costa" (1969), antológico primeiro álbum solo da cantora, o registro ao vivo "Fa-Tal - Gal a Todo Vapor" (1971), que fez dela a musa da contracultura nos anos 1970, e os posteriores "Índia" (1973), "Cantar" (1974) e "Gal Canta Caymmi" (1976), que saem também em versões ao vivo.
Um CD extra vai trazer material raro, como as faixas lançadas pela cantora apenas em compactos e material nunca antes editado.
O projeto está sob os cuidados do pesquisador Marcelo Fróes, que fez trabalho similar com a obra de Gilberto Gil há mais de uma década. É ele quem assinará os textos explicativos dos encartes.
(MP)
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
1973 - Show: Índia
Entre os jeans e as lantejoulas
Revista Pop - Novembro de 1973
Por Eduardo Menezes - Blog: Velhidade
http://velhidade.blogspot.com/
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
1973 - Índia
Vídeos na ordem exata do show Índia (Especial):
Gal Costa canta "Ave Maria no morro" (Herivelto Martins).
Gal Costa canta "Divino Maravilhoso" (Caetano Veloso).
Gal Costa canta "Mamãe, Coragem" (Torquato Neto-Caetano Veloso).
Gal Costa canta a música "Índia".
Gal Costa canta "Trem das Onze" (Adoniran Barbosa).
Gal Costa - Milho Verde
Gal Costa canta "Volta" (Lupicínio Rodrigues).
Gal Costa canta "De amor eu morrerei" (Dominguinhos-Anastácia).
Gal Costa canta "Desafinado" (Tom Jobim-Newton Mendonça).
Gal Costa canta "Ave Maria no morro" (Herivelto Martins).
Gal Costa canta "Divino Maravilhoso" (Caetano Veloso).
Gal Costa canta "Mamãe, Coragem" (Torquato Neto-Caetano Veloso).
Gal Costa canta a música "Índia".
Gal Costa canta "Trem das Onze" (Adoniran Barbosa).
Gal Costa - Milho Verde
Gal Costa canta "Volta" (Lupicínio Rodrigues).
Gal Costa canta "De amor eu morrerei" (Dominguinhos-Anastácia).
Gal Costa canta "Desafinado" (Tom Jobim-Newton Mendonça).
sábado, 12 de dezembro de 2009
1973 - Índia
Show Índia - 1973
Por Doug Carvalho"Índia", o show que se seguiu ao histórico "Fa-Tal", como o antecessor também foi dirigido pelo poeta Waly Salomão, com supervisão geral de Guilherme Araújo. A idéia inicial era de que o show fosse dirigido por Caetano Veloso, que acabara de retornar do exílio em 1972. Caetano não dirigiu o show (dirigiu o seguinte, "Cantar"), mas acabou dando várias idéias que foram aproveitadas, como a inclusão da canção título, "Índia", e algumas canções novas compostas por ele na Bahia e enviadas para que Gal cantasse no show, como "Relance" e "Da maior importância". Com um vestido de babados de lamê coloridos, Gal cantava várias músicas empoleirada num banquinho se acompanhando ao violão, e esta cena marcou época, pois enquanto cantava entreabria as pernas que se destacavam da fenda frontal da saia, deixando as fileiras da frente dos teatros em que se apresentou entre o êxtase e a indignação. A idéia de cantar "Índia" tem um motivo muito pessoal e emotivo para a cantora, pois era uma canção que seu pai, Arnaldo Burgos, que a cantora nunca chegou a conhecer, gostava de cantar. Gal chegou certa vez a escutar uma gravação dele cantando esta música, e o definiu como desafinadíssimo. O show "Índia" rendeu um dos discos mais importantes da trajetória de Gal Costa, e além das músicas gravadas no disco como "Milho verde", que Gal cantava com passos de danças hipnóticos nas partes percurtidas, e "Presente cotidiano", Gal cantava também algumas músicas que ficaram fora do disco, como "Maracatu atômico" (Jorge Mautner), Ave Maria no Morro (Herivelto Martins, esta gravada muitos anos depois no CD "Todas as Coisas e Eu", de 2003), "Gravidade" (Caetano Veloso), "Eu sou a outra" (Ricardo Galeno), do repertório de Carmen Costa, "Movimento dos barcos" (Macalé - Capinan), uma colagem dos sambas "Samba rubro negro" (Heriveto Martins) e "Nega manhosa" (Wilson Batista e Jorge Castro), o baião "Qui nem giló", (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira), também gravado anos mais tarde, no disco "Aquele Frevo Axé", de 1998, e "Para um Amor no Recife" (Paulinho da Viola). Com "Índia" Gal Costa se lançou em uma das mais longas temporadas feitas por ela na década de 70 através do circuito universitário, em cidades do interior de São Paulo e Paraná, e em outras capitais brasileiras. Esse show contava ainda com a participação especialíssima do sanfoneiro Dominguinhos.
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