Mostrando postagens com marcador 1966 - I FESTIVAL INTERNACIONAL DA CANÇÃO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1966 - I FESTIVAL INTERNACIONAL DA CANÇÃO. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

1966 - I Festival Internacional da Canção (FIC)

17/06/1970 - O Som e a imagem de Gal
Fonte: Revista Veja - nº 93 | Coluna: Música

"(...) Ela confessa que em suas primeiras apresentações no Rio em 1966 estava insegura (...)"

(Trecho retirado da revista descrita acima)

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

1966 - I Festival Internacional da Canção (FIC)

I Festival Internacional da Canção (FIC) - 1966
Editado por: Lucas Costas, Cláudio Pires, Laura Penha
Fonte: Site ~> Era dos Festivais

Iniciativa do jornalista Augusto Marzagão, o Festival Internacional da Canção (FIC) tinha, de cara, algumas diferenças importantes em relação aos Festivais da TV Record e da Excelsior: em primeiro lugar, haveria um festival semelhante aos dos concorrentes para escolher a vencedora de uma fase nacional. Mas havia uma fase seguinte na qual, essa vencedora disputaria com músicas e intérpretes de outros países. Outra diferença era a cidade escolhida para ser a sede: enquanto os outros festivais ocorriam em São Paulo, o FIC seria no Rio de Janeiro. Uma resposta negativa do Theatro Municipal e do Teatro Carlos Gomes levaria os organizadores a optar por realizar o festival no Maracanãzinho. Não bastassem as ambições internacionais, a opção por realizar o evento em um estádio esportivo com mais de 10 mil lugares já elevava as expectativas a patamares muito maiores, antes mesmo de a primeira eliminatória ser marcada.

Marzagão precisava convencer algum canal de TV a embarcar no seu projeto. Primeiro, procurou Walter Clark na Rede Globo, mas ouviu uma resposta negativa. Sua segunda opção foi a TV Rio. Carlos Manga, que trabalhava na emissora, conta como recebeu a proposta: "Eu não tinha o que fazer na TV Rio porque não tinha dinheiro. Não tinha nada, não tinha elenco, não tinha nada. Aí me aparece um senhor que era o Marzagão dizendo que o Walter Clark da Globo não queria, ninguém aceitou o Festival Internacional. Não é que eu tenha descoberto um sucesso, mas quem não tem nada tem que aceitar o que aparecer. Então disse 'eu quero, claro que eu quero'. Ele me perguntou: 'Você tem condições de fazer?' Eu disse, 'tenho, tenho'. Tinha nada. Acontece que com o papel na mão eu consegui vender. Ele ganhou um dinheirão e eu tive o dinheiro pra fazer o cenário." Estava confirmado o I Festival Internacional da Canção, cujo símbolo, um galo de ouro, tornou-se famoso e cobiçado.

Marzagão realmente tinha conseguido trazer convidados internacionais de peso. Estavam no Rio Henry Mancini, Les Baxter, Ray Evans, Nelson Riddle. Mas, quando os acordes da orquestra atacaram um pot-pourri com diversas músicas sobre o Rio de Janeiro anunciando o início da primeira eliminatória no dia 22 de outubro de 1966, era o II Festival da Record que estava com a bola toda. Chico Buarque, que estava fazendo um gigantesco sucesso com "A Banda", foi convidado para ser o presidente do júri do FIC. Os acordes do pot-pourri também revelaram um problema que seria frequente em todas as apresentações no Maracanãzinho: a acústica era péssima.

Depois das três eliminatórias nacionais, o comentário geral era de que o clima das músicas era muito triste. Realmente, as canções que mais se destacaram - "Canto Triste" (Edu Lobo/Vinícius de Moraes), com Elis Regina; "Saveiros" (Dori Caymmi / Nelson Motta), com Nana Caymmi; e "Dia das Rosas" (Luis Bonfá / Maria Helena Toledo), com Maysa - eram lindíssimas, mas estavam longe das músicas que inflamaram as plateias dos festivais, como ocorrera meses antes com "A Banda" (Chico Buarque) e "Disparada" (Geraldo Vandré/Theo de Barros) no II Festival da Record.

Outro elemento que apareceu de forma avassaladora nesse festival - e não desapareceu mais nos anos anteriores - foi a vaia. Na noite da final, estavam presentes cerca de 5 mil pessoas no Maracanãzinho. Era um público menor do que o das eliminatórias. Mas nem por isso estavam menos animados. As preferidas eram "Dia de Rosas" e "O Cavaleiro" (Tuca/Geraldo Vandré), com Tuca. As vaias começaram antes da divulgação do resultado. Mas não eram para as concorrentes. Os cariocas só se acalmaram quando conseguiram o que queriam: finalmente, Chico Buarque, então presidente do júri, arrumou um violão emprestado e cantou "A Banda".

O clima de tensão pairava nos bastidores e na plateia. Havia muita expectativa antes do anúncio das vencedoras. Quando o primeiro lugar foi anunciado para "Saveiros", explodiu uma estrondosa vaia. Tão forte que, por muitos anos, ficou marcada como a primeira grande vaia da era dos festivais. Quarenta anos depois, Nelson Motta, letrista de “Saveiros”, analisa que "a vaia nem era muito pra Nana, nem pra nós especificamente. Era pro resultado. Eu vivi uma experiência muito interessante. Quando você tiver no palco de um ginásio com metade do público vaiando e metade aplaudindo, eu não sei por que, mas você só ouve as vaias. Então foi uma lição de vida. Aprendi que a vitória pode trazer um efeito colateral".

Dory Caymmi também analisa o que aconteceu e revela brigas nos bastidores: "Quando a Nana cantou, eu errei na tonalidade. Fiz na tonalidade original e a Nana teve que gritar pra atingir. Outra coisa muito curiosa do 'Saveiros' foi nos bastidores: a Nana desmaiou, teve um troço sério qualquer e tal. Dizem as más línguas que foi a Maysa e a Elis que apertaram ela. E a minha mãe entrou no camarim e deu um esporro fantástico. A Nana teve que tomar uma injeção pra poder cantar. Ela ficou com trauma de Maracanãzinho e eu também. Acho que não era lugar pra se fazer música."

Mesmo com as vaias e sem o Maracanãzinho ficar lotado na final, o I FIC foi um sucesso de audiência na TV. A Rede Globo voltou atrás e tentou participar da fase internacional, mas a TV Rio não permitiu. No ano seguinte, não houve jeito: "alguém mais poderoso que a TV Rio, que foi a TV Globo, levou o festival, levou o Marzagão, levou todo mundo, acabou levando eu também.", revela Carlos Manga.

Com a vitória na parte nacional, "Saveiros" representou o Brasil na fase internacional. A vencedora foi a alemã "Frag den Wind" (Helmut Zacharias/Carl J. Schauber), com Inge Bruek. A preferida do público era a francesa "L'Amour Toujours L'Amour" (Daniel Faure), com Guy Mardel, que ficou em terceiro. O segundo lugar ficou com "Saveiros".

1966 - I Festival Internacional da Canção (FIC)

1968 - Gal Costa briga por Roberto Carlos
Revista: InterValo
Material disponiblizado por Douglas Carvalho


.
.
** PS: Em destaque o FIC de 1966 **

Gal veio de Salvador no ano passado, defendeu sem êxito "Dadá Maria" no festival da Record, estourou com "Baby", de Veloso, que a descobriu, tornando-se agora um estrela na faixa tropicália-juventude.

Se, há alguns meses, alguém dissesse que uma estrela do Grupo Baiano brigou por Roberto Carlos, isso teria um jeitão de boato e de intriga. Mas Gal Costa, que se revelou ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Maria Bethânia, vai brigar pelo Brasa: é ela quem vai defender, no III Festival Internacional da Canção, a música de Roberto e Erasmo Carlos, "Gabriela Mais Bela". No I Festival defendendo "Minha Senhora", de Gil e Torquato, ela não foi muito feliz. Para mostrar, todavia, que ela não está fora do grupo, nem do movimento Tropicalista, ainda no próximo Festival da Record ela interpretará "Divino, Maravilhoso", de Gilberto Gil e Caetano veloso.

Até agora, seu grande sucesso é "Baby", há muito tempo figurando nas paradas. E "Baby" é de Caetano.

De repente, descobriram Gal Costa, que vinha sendo comentada, mas pouco valorizada. Seu estilo simples de cantar não era bem compreendido e houve quem afirmasse que ela matou a música "Dadá Maria", de Renato Teixeira, que ao lado de Silvio César, defendeu no festival da Record no ano passado. Agora, a direção da mesma TV Record já a assedia com propostas, para, juntamente com Os Mutantes (outros incompreendidos), reforçarem o novo programa de Roberto Carlos. Ela não respondeu logo, não precisa responder. Primeiro vai a Buenos Aires, na volta decide. E também impõe suas condições: "Seu assinar com a Record, quero trabalhar de fato. Não quero apenas figurar na folha de pagamento. Desejo ter a certeza de que serei aproveitada relamente". A tímida baianinha (quando ela entra em cena, seus olhos parecem assustados), tornou-se estrela de uma hora para outra. Sem artifícios: do jeito que sempre foi e, parece, ninguém enxergava.

1966 - I Festival Internacional da Canção (FIC)

Classificação do Festival Internacional da Canção (RJ)
Fonte: http://www.dicionariompb.com.br/

Criado por Augusto Marzagão, o Festival Internacional da Canção (FIC) foi realizado em sete edições, de 1966 a 1972, no Maracanãzinho (RJ). O I FIC foi transmitido pela TV Rio e os demais pela TV Globo. O evento era dividido em duas fases, nacional e internacional. A canção classificada em 1º lugar na fase nacional representava o Brasil na fase internacional do festival, disputando com representantes de outros países o Prêmio Galo de Ouro (desenhado por Ziraldo e confeccionado pela joalheria H. Stern).

Apenas duas canções brasileiras foram contempladas com o Galo de Ouro: "Sabiá" (Tom Jobim e Chico Buarque), interpretada por Cynara e Cybele, vencedora em 1968 do III FIC, e "Cantiga por Luciana" (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), interpretada por Evinha, vencedora em 1969 do IV FIC. Destaque para Hilton Gomes, apresentador oficial do FIC, que imortalizou a frase "Boa sorte, maestro!", e para Erlon Chaves, que compôs o "Hino do FIC", tema de abertura do festival.

1966 - I Festival Internacional da Canção

1º lugar: "Saveiros" (Dori Caymmi e Nélson Motta), com Nana Caymmi
2º lugar na fase internacional; 2º lugar: "O cavaleiro" (Tuca e Geraldo Vandré), com Tuca;
3º lugar: "Dia das rosas" (Luiz Bonfá e Maria HelenaToledo), com Maysa.
.

1966 - I Festival Internacional da Canção (FIC)

Festival Internacional da Canção
Fonte: InfoEscola

*** PS: Em destaque o FIC de 1996 ***

O Festival Internacional da Canção (FIC) foi criado por Augusto Marzagão e teve sete edições. Todas as suas edições foram apresentadas no Maracanãzinho, ginásio anexo ao Maracanã.

O Festival era transmitido pela TV Globo em parceria com secretatia de turismo da Guanabara. O Festival tinha duas fases, a nacional e a internacional. A canção classificada em 1º lugar na fase nacional representava o Brasil na seleção internacional do FIC, entre representantes de outros países.

O prêmio era o “Galo de Ouro”, desenhado por Ziraldo e fabricado pela joalheria H.Stern. O Festival era iniciado com o “Hino da FIC”, composto por Erlon Chaves. O Primeiro FIC fora vencido por Dory Caymmi e Nelson Motta com a música “Saveiros”.

No II FIC, em 1967, o então jovem talento Milton Nascimento destacou-se com três músicas: “Maria, Minha Fé”, que fora desclassificada; “Travessia”, que ficou em 2º lugar na etapa nacional; e “Morro Velho”, que ficou em sétimo.A música de Milton Nascimento foi derrotada pela música “Magarida” de Gutemberg Guarabyra e Grupo Manifesto.

A música “Margarida” representou o Brasil na fase internacional ficando em 3º lugar, a derrota de Milton Nascimento, considerado durante o festival um intérprete e compositor raro, influenciou a mudança da composição do júri nos festivais posteriores, que passou a ter mais músicos do que jornalistas.

1966 - I Festival Internacional da Canção (FIC)

Imagens do I Festival Internacional da Canção
Material disponiblizado por Marcia Weber - Blog: Festivais da Canção


Na foto ~> Tuca, Nana Caymmi e Maysa / Henry Mancini e Chico Buarque / Nana Caymmi e Inge Brueck / Henry Mancini e Nara Leão / Laurindo de Almeida e Vinicius de Moraes / Dori Caymmi e Nelson Motta


Na foto ~> Guy Mardel, Inge Brueck e Nana Caymmi

1966 - I Festival Internacional da Canção (FIC)

Festival Internacional da Canção
Fonte: Memória Globo

Período de exibição: 1967 - 1972
Periodicidade: anual
Criação: Augusto Marzagão
Apresentação: Arlete Salles, Betty Faria, Hilton Gomes, Ilka Soares, Murilo Nery, Norma Blum, Maria Cláudia

** PS: Em destaque o FIC de 1966. **

- Criado em 1966 pelo jornalista Augusto Marzagão e pelo então governador do estado da Guanabara, Negrão de Lima, com o objetivo de projetar a MPB, incentivar compositores e arranjadores e promover maior intercâmbio entre os grandes centros musicais do mundo inteiro, o Festival Internacional da Canção (FIC) se tornou parte integrante do calendário oficial da Secretaria Estadual de Turismo.

- A primeira edição, de 1966, foi patrocinada pela TV Rio. Mas em 1967 a Rede Globo passou a investir nos festivais e a transmiti-los. O festival teve, ao todo, sete edições, realizadas no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. As etapas eliminatórias também tiveram lugar em São Paulo.

- O festival era dividido em duas fases, a nacional e a internacional. A canção classificada em primeiro lugar na fase nacional representava o Brasil na fase internacional do festival, disputando com representantes de outros países o Prêmio Galo de Ouro (desenhado pelo cartunista Ziraldo e confeccionado pela joalheria H. Stern). Hilton Gomes era o apresentador oficial do FIC, cujo tema de abertura, o Hino do FIC, foi criado por Erlon Chaves.

- Duas canções brasileiras foram contempladas com o Galo de Ouro: Sabiá, de Tom Jobim e Chico Buarque de Hollanda, interpretada por Cynara e Cybele, venceu O III FIC, em 1968; e Cantiga por Luciana, de Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, interpretada por Evinha, foi a vencedora so IV FIC, em 1969.

- A edição de 1968 entrou para a história da MPB pela tônica de protesto ao regime militar, tanto nas canções como na reação do público. Sabiá venceu a despeito das vaias da platéia, que preferia Para não dizer que não falei de flores, de Geraldo Vandré, notabilizada como hino contra a repressão política da época, e que ficou em segundo lugar.

- Na etapa eliminatória paulista, Caetano Veloso foi vaiado no Teatro Tuca quando cantou com Os Mutantes a música É proibido proibir. Quando a platéia virou-lhe as costas, o cantor proferiu um discurso que se tornou célebre. "Mas é isso que é a juventude que diz que quer tomar o poder? [...] A mesma juventude que vai sempre, sempre, matar amanhã o velhote inimigo que morreu ontem", bradou Caetano Veloso. Também em 1968 começaram as críticas à fase internacional do festival, motivadas pela baixa qualidade das canções.

- Em 1969, o Festival Internacional da Canção começou com a contagem regressiva do locutor Hilton Gomes, acompanhada por um coro de 25 mil espectadores: “Cinco... quatro... três... dois... um, boa sorte, maestro!”. O “boa sorte, maestro” proferido por Hilton Gomes ficou imortalizado. O programa era transmitido ao vivo, via satélite.

- Para evitar o esvaziamento do festival, em 1971 os organizadores do concurso resolveram classificar automaticamente vários compositores da fase nacional: Baden Powell, Caetano Veloso, Capinam, Chico Buarque de Hollanda, Edu Lobo, Egberto Gismonti, Gilberto Gil, Marcos e Paulo Sérgio Valle, Milton Nascimento, Paulinho da Viola, Rui Guerra, Sérgio Ricardo, Tom Jobim e Vinícius de Moraes. Naquele ano, 25 das 36 músicas classificadas foram censuradas. Diversos artistas abandonaram o festival em protesto contra a censura e o governo militar.

- Cerca de duas toneladas e meia de equipamentos importados dos Estados Unidos e da Alemanha foram utilizados pelo departamento técnico da TV Globo, na época dirigido por Wilson da Silveira Brito, para a produção do Festival internacional da canção de 1971. A cenografia do evento ficou a cargo de Wilson Bandeira. Augusto César Vannucci e Hilton Gomes foram os responsáveis pela produção, além de cuidarem, respectivamente, da direção do espetáculo e da elaboração dos roteiros. A direção de TV foi de Walter Lacet.

- Em 1972, com o festival já em franca decadência, poucos dos grandes nomes inscreveram composições. Algumas confusões marcaram aquela edição: Nara Leão teve que sair da presidência do júri por ter criticado o governo numa entrevista; Roberto Freire, um dos jurados, foi impedido de ler um manifesto, depois lido pelo apresentador Murilo Néri; o compositor argentino Astor Piazzolla foi vaiado; e o músico Hermeto Pascoal foi proibido de se apresentar com animais no palco, a despeito de seu argumento de que “o porco dá um grito que nenhum piano do mundo consegue igualar”. O júri presidido por Nara Leão, também afastado por conta das críticas da cantora, defendia a escolha de “Cabeça”, de Walter Franco, e Nó na cama, de Ari do Cavaco e César Augusto. Mas as vencedoras foram Fio Maravilha, de Jorge Ben (Jor), interpretada pela revelação Maria Alcina, e Diálogo, samba de Baden Powell e Paulo César Pinheiro, interpretado por Cláudia Regina e Baden. Uma das estrelas descobertas nesse festival foi o cantor e compositor Raul Seixas, que teve duas canções classificadas: Let me sing, Let me sing e Eu sou eu, Nicuri é o diabo.

- Os vencedores de 1966 a 1972 da fase nacional foram: 1966 – Saveiros, de Dori Caymmi e Nelson Motta, com Nana Caymmi; 1967 – Margarida, de Gutemberg Guarabira, com Guarabira e o Grupo Manifesto; 1968 – Sabiá, de Tom Jobim e Chico Buarque de Hollanda, com Cynara e Cybele; 1969 – Cantiga por Luciana, de Paulo Tapajós e Edmundo Souto, com Evinha; 1970 – BR-3, de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, com Tony Tornado, Trio Ternura e Quarteto Osmar Milito; 1971 – Kyrie, de Paulinho Soares e Marcelo Silva, com Trio Ternura; e 1972 – Fio Maravilha, de Jorge Ben, com Maria Alcina.

- Na fase internacional, os vencedores de 1966 a 1972 foram: 1966 – Frag Den Wind (Alemanha), de Helmuth Zacharias e Karl Schauber, com Inge Bruck; 1967 – Per una donna (Itália), de Perreta e Marcello di Martino, com Jimmy Fontana; 1968 – Sabiá (Brasil), de Tom Jobim e Chico Buarque de Hollanda, com Cynara e Cybele; 1969 –Cantiga por Luciana (Brasil), de Paulo Tapajós e Edmundo Souto, com Evinha; 1970 –Pedro Nadie (Argentina), de Piero e José, com Piero; 1971 – Y después del amor (México), com Hermanos Castro; e 1972 – Nobody calls me prophet (EUA), com David Clayton-Thomas.

- Os outros festivais produzidos pela Rede Globo foram II Festival estudantil de música popular brasileira (1968), Abertura – Festival da nova música (1975), Festival da nova música popular brasileira MPB-80 (1980), MPBShell 1981 (1981), MPB-Shell 1982 (1982), Festival dos festivais (1985) e Festival da música brasileira (2000).

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

1966 - I Festival Internacional da Canção (FIC)

1966 - I Festival Internacional da Canção Popular
Por Marcia Weber - Blog: Festivais da Canção

Com o apoio da Secretaria de Turismo da Guanabara, aconteceu em 1966 o I Festival da Canção Popular. Transmitido pela TV Rio, foi idealizado por Augusto Marzagão, que ficou conhecido como "O Homem do FIC". Nomes como: Henry Mancini, Amália Rodrigues e Udo Jurgens, hospedados no Copacabana Palace e Excelsior, fizeram a festa de jornalistas e fotógrafos e as delegações estrangeiras foram recebidas com uma sucessão de festas. Atingindo mais de 70 % de audiência, no ano seguinte o Festival seria transmitido pela Rede Globo de Televisão.

Na fase nacional, a vencedora foi Saveiros, interpretada por Nana Caymmi.

1966 - I Festival Internacional da Canção (FIC)

1966 - I Festival Internacional da Canção


Gal Costa participou do "I Festival Internacional da Canção", em 1966, interpretando a canção "Minha Senhora" (Gilberto Gil e Torquato Neto), mas não emplacou.